Boa, doutor!

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Uma mulher chegou apavorada no consultório de seu ginecologista e disse:

– Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…

O médico então perguntou:

– Muito bem, o que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu:

– Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:

– Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou:

– Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. e vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco…

A mulher apavorou-se e disse:

– Não doutor! Que horror! Matar um criança!? Isso é um crime.

– Eu também acho, minha senhora.

“Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi!” (Jeremias 1.5).

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