Praticando o discipulado relacional num círculo missionário

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Um grupo da Intervarsity (Aliança Bíblica Universitária) estava “quebrando a cabeça” para encontrar maneiras de atrair os não crentes. Os eventos sociais  não estavam funcionando, apesar de todos os convites e planejamentos. Finalmente, um obreiro exasperado disse: “Eu vou trazer o meu amigo não-cristão para a reunião de oração esta noite”. O líder do grupo estava com medo do que poderia acontecer. Será que o incrédulo se fecharia para a leitura das Escrituras, o culto cristão, e o compartilhamento profundo?

O não crente chegou à reunião e amou cada momento. Ele ficou emocionado ao ver as pessoas adorando. Ele gostou do compartilhamento profundo. Ele provou a autenticidade, e foi muito bom!

Enquanto refletiam sobre o que aconteceu, eles passaram a ver que seus amigos não cristãos estavam com fome de Deus, com fome de realidade e de relacionamento. Eles não queriam programas impessoais, eletrizantes. Eles queriam fogo, calor, a verdade.

A igreja primitiva cresceu quando Deus acendeu um fogo entre os primeiros cristãos para viverem a vida cristã. Atos 2.43-47, diz:

“Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos.”

Quando Cristo é a Cabeça ativa de sua igreja, e Seu povo está afinado com Ele, Ele acrescenta dia a dia novas pessoas à igreja.

Patrício acreditava que pertencer vem antes do crer.

Quando as pessoas experimentam o amor genuíno e serviço, elas param para observar. Bryan Stone escreve:

A coisa mais evangélica que a igreja pode fazer, portanto, é ser igreja não apenas em público, mas como um público novo e alternativo; não apenas na sociedade, mas como uma nova e distinta sociedade, um existência social nova e sem precedentes.

Extraído, com permissão, do Livro “Discipulado Relacional” – Joel Comiskey, MDA Publicações, 2014.

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